sexta-feira, 9 de julho de 2010



VIVENDO NA PRESENÇA DE DEUS

Se procurarmos fazer uma pesquisa sobre o tema de hoje, não ficaria barato. Quase todos ou todos falam, comentam abertamente sobre este assunto. Vamos falar que a atração do mal sobre o ser humano é tão velha quanto o Jardim do Éden. Foi lá que tudo começou, quando Adão e Eva pecaram, porque foram atraídos pelo mal representado pelo Diabo na pele da serpente. De lá para cá, o homem não aprendeu. As conseqüências dessa atração perniciosa aí então, mostrando sempre como são terríveis, mas ainda assim, o homem continua sendo presa fácil do mal. Vai aí alguns exemplos: O rato se sente atraído pelo queijo na ratoeira, e por isso é morto; O peixe se lança em busca do anzol, atraído pela isca, e por isso é morto; O pássaro se lança no interior da arapuca atraído pelo alpiste ali colocado, e por isso é preso ou morto. Assim acontece com o homem, que não sendo animal irracional, caí também em armadilhas. Atraído pelo pecado, morre, e o que é pior, morre eternamente. Um pastor passou à congregação este fato: “Certa pessoa, não crente logicamente que atraída pelos lautos jantares, pela “boa” bebida como dizia, pelas tentações do sexo sem compromisso, e diante dos riscos que estaria correndo, com a taxa do colesterol, a perda do domínio próprio, pela bebedeira, o problema da descoberta do adultério ou mesma das doenças sexualmente transmitidas, dizia com certa dose de lamentação irreverente na voz: “Por que será que tudo que é gostoso ou engorda ou é pecado?” No senso de avaliação, muito carnal e nada espiritual, o que ele estaria afirmando é que a prática do mal, em qualquer área de nossa vida, é sempre prejudicial, corrosiva, corruptora, lesiva à nossa pessoa como ser humano, criado à imagem de Deus e como ser espiritual feito à imagem de Cristo Jesus. Observem o que João diz: “Amados, não imites o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus”(III JOÃO 11). O que João recomenda, então, é que não imitemos as práticas danosas do mal, mas “tudo que é honesto, justo, puro, amável, de boa fama, se há alguma virtude ou louvor”, como disse Paulo, isso sim, imitai. Que tenhamos um dia Santificado no Senhor. Amém?
José Varreis Mota

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