
VIVENDO NA PRESENÇA DE DEUS
Se procurarmos fazer uma pesquisa sobre o tema de hoje, não ficaria barato. Quase todos ou todos falam, comentam abertamente sobre este assunto. Vamos falar que a atração do mal sobre o ser humano é tão velha quanto o Jardim do Éden. Foi lá que tudo começou, quando Adão e Eva pecaram, porque foram atraídos pelo mal representado pelo Diabo na pele da serpente. De lá para cá, o homem não aprendeu. As conseqüências dessa atração perniciosa aí então, mostrando sempre como são terríveis, mas ainda assim, o homem continua sendo presa fácil do mal. Vai aí alguns exemplos: O rato se sente atraído pelo queijo na ratoeira, e por isso é morto; O peixe se lança em busca do anzol, atraído pela isca, e por isso é morto; O pássaro se lança no interior da arapuca atraído pelo alpiste ali colocado, e por isso é preso ou morto. Assim acontece com o homem, que não sendo animal irracional, caí também em armadilhas. Atraído pelo pecado, morre, e o que é pior, morre eternamente. Um pastor passou à congregação este fato: “Certa pessoa, não crente logicamente que atraída pelos lautos jantares, pela “boa” bebida como dizia, pelas tentações do sexo sem compromisso, e diante dos riscos que estaria correndo, com a taxa do colesterol, a perda do domínio próprio, pela bebedeira, o problema da descoberta do adultério ou mesma das doenças sexualmente transmitidas, dizia com certa dose de lamentação irreverente na voz: “Por que será que tudo que é gostoso ou engorda ou é pecado?” No senso de avaliação, muito carnal e nada espiritual, o que ele estaria afirmando é que a prática do mal, em qualquer área de nossa vida, é sempre prejudicial, corrosiva, corruptora, lesiva à nossa pessoa como ser humano, criado à imagem de Deus e como ser espiritual feito à imagem de Cristo Jesus. Observem o que João diz: “Amados, não imites o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus”(III JOÃO 11). O que João recomenda, então, é que não imitemos as práticas danosas do mal, mas “tudo que é honesto, justo, puro, amável, de boa fama, se há alguma virtude ou louvor”, como disse Paulo, isso sim, imitai. Que tenhamos um dia Santificado no Senhor. Amém?
José Varreis Mota
Se procurarmos fazer uma pesquisa sobre o tema de hoje, não ficaria barato. Quase todos ou todos falam, comentam abertamente sobre este assunto. Vamos falar que a atração do mal sobre o ser humano é tão velha quanto o Jardim do Éden. Foi lá que tudo começou, quando Adão e Eva pecaram, porque foram atraídos pelo mal representado pelo Diabo na pele da serpente. De lá para cá, o homem não aprendeu. As conseqüências dessa atração perniciosa aí então, mostrando sempre como são terríveis, mas ainda assim, o homem continua sendo presa fácil do mal. Vai aí alguns exemplos: O rato se sente atraído pelo queijo na ratoeira, e por isso é morto; O peixe se lança em busca do anzol, atraído pela isca, e por isso é morto; O pássaro se lança no interior da arapuca atraído pelo alpiste ali colocado, e por isso é preso ou morto. Assim acontece com o homem, que não sendo animal irracional, caí também em armadilhas. Atraído pelo pecado, morre, e o que é pior, morre eternamente. Um pastor passou à congregação este fato: “Certa pessoa, não crente logicamente que atraída pelos lautos jantares, pela “boa” bebida como dizia, pelas tentações do sexo sem compromisso, e diante dos riscos que estaria correndo, com a taxa do colesterol, a perda do domínio próprio, pela bebedeira, o problema da descoberta do adultério ou mesma das doenças sexualmente transmitidas, dizia com certa dose de lamentação irreverente na voz: “Por que será que tudo que é gostoso ou engorda ou é pecado?” No senso de avaliação, muito carnal e nada espiritual, o que ele estaria afirmando é que a prática do mal, em qualquer área de nossa vida, é sempre prejudicial, corrosiva, corruptora, lesiva à nossa pessoa como ser humano, criado à imagem de Deus e como ser espiritual feito à imagem de Cristo Jesus. Observem o que João diz: “Amados, não imites o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus”(III JOÃO 11). O que João recomenda, então, é que não imitemos as práticas danosas do mal, mas “tudo que é honesto, justo, puro, amável, de boa fama, se há alguma virtude ou louvor”, como disse Paulo, isso sim, imitai. Que tenhamos um dia Santificado no Senhor. Amém?
José Varreis Mota

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